
Vagando na neblina que recobre essa máscara
Um museu que faço questão de assombrar
Olhando para uma imagem rara
Esse filme mal digitalizado que não para de me quebrar
Um anjo de meia asa
Caminhando sem rumo
Vestido de trapos do passado
Carrega o infortunio de existir
Por mais que tudo esteja gastado
Costura a esperança para percistir
Não é hora ainda de voltar para casa
Ou se deitar em um túmulo
Ingrata vontade de conquista
Traz aquilo que machuca
Na real, à frente da minha vista
Eu sei que tudo caduca...
Um comentário:
Seus Textos de relance parecem macabros...
mas até que não!
=)
Gostei!!
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